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Em meio a queda no número de crianças, governo japonês reúne dados e propõe ideias para contornar problema

O governo japonês publicou um relatório com dados referentes à natalidade, casamento e as condições de criação e educação das crianças no país.

Os dados publicados no dia 19 de junho confirmam a tendência decrescente do número de filhos por mulher. Em 2017 a média foi de 1,43 filhos por mulher, queda de 0,01 em relação à 2016, o que coloca o Japão como um dos países onde menos nascem crianças no mundo.

A justificativa para o baixo número de crianças tem como causas a vida agitada dos grandes centros urbanos, o uso de métodos anticoncepcionais, os casamentos tardios (uma vez que muitas mulheres japonesas engravidam apenas depois de casar), o avanço da mulher no mercado de trabalho e as dificuldades em equilibrar trabalho com o tempo dispensado aos cuidados com a criança.

A idade média do primeiro filho no Japão é de 30,7 anos. O governo acredita que além dos fatores citados acima, outros como a insegurança e instabilidade econômica entre os mais jovens contribuam para o aumento da idade média. No Japão, os jovens recém-admitidos no mercado de trabalho ganham pouco em relação aos mais velhos. Ainda que a quantia recebida seja o suficiente para se manterem, o salário não é capaz de custear a criação de um filho…

 

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Fonte: ipc.digital

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Publicado em: 22 de junho de 2018

Categoria: Associações

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