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Hatiro Shimomoto doa documento de irmandade Mie/SãoPaulo ao Museu da Imigração

Após comemorar 45 anos de irmandade (estados-irmãos) entre as Província de Mie e o Estado de São Paulo, no ano passado, a Associação Cultural e Assistencial Mie Kenjin do Brasil avalizou doação de documento, em japonês, que selou essa relação ao Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil que estava de posse de Hatiro Shimomoto desde aquela data. Aproveitando o ensejo, Shimomoto doou também o Decreto 60.698/1973, da Prefeitura Municipal de São Paulo, que denominou como Mie o viaduto da Rua da Glória sobre a interligação Radial Leste.

Viaduto Província de Mie em foto tirada em 2004, quando da vinda do deputado Etsuo Kuwana

Esse evento que ocorreu no dia 03 de julho de 2019, no 3º andar do museu, contou com as presenças dos protagonistas dessas realizações, Laudo Natel (99 anos) e Miguel Colasuono (falecido), no ato, representado por seu filho Eduardo Colasuono; governador do Estado de São Paulo e prefeito do Município de São Paulo, na época, sendo homenageados nessa cerimônia; mais Hatiro Shimomoto, que era deputado estadual, e que juntamente com o também deputado japonês, Etsuo Kuwana, formalizaram e viabilizaram a concretização desse protocolo de irmandade.

Momento da chegada do ex-governador Laudo Natel

Aguardando o início da solenidade

Eduardo Colasuono aprecia a foto nas mãos de Laudo Natel

 

 

 

 

 

 

 

Hatiro Shimomoto mostra a Laudo Natel foto tirada na ocasião da assinatura do acordo

Na época o governador da Província de Mie era Ryozo Tagawa e o presidente da Associação Mie era Tohoru Nishi.

O ato solene teve início, precisamente, às 16 horas, também com a participação, pela associação, de seu presidente Takashi Shimokawa; vice-presidente, Miyoko Shakuda; presidente do Conselho Deliberativo, Shigeru Matsumoto; diretor-cultural, II-sei Watanabe; e vice-presidente do Conselho Deliberativo, Silvio Sano; mais Renato Ishikawa, presidente da Sociedade Brasileira De Cultura Japonesa e Assistência Social (Bunkyo), detentora do museu; Lídia Reiko Yamashita, presidente da Comissão de Administração do museu; Roberto Yoshihiro Nishio e Carlos Kendi Fukuhara, vices-presidentes do Bunkyo e Reimei Yoshioka, diretor de Assistência Social. Fukuhara ainda foi o mestre de cerimônia à solenidade.
Esses documentos estavam comigo porque, na época, como fui o idealizador pelo lado do Brasil e o deputado Kuwana pelo Japão, foram confeccionados quatro dessas pastas como registros oficiais, com capas de couro, que foram dadas aos governadores Laudo Natel e Ryozo Tagawa, ao deputado Kuwana e a mim”, justificou Shimomoto. “Como não via sentido ficar comigo um importante documento como este é que, desde 2009 tenho sugerido ao Kenjinkai para formalizarmos essa doação”, concluiu.

Carlos Kendi Fukuhara, como mestre de cerimônias dá início à solenidade

 

Renato Ishikawa, presidente do Bunkyô faz as saudações iniciais e agradece as presenças de Laudo Natel e do filho de Miguel Colasuono, Eduardo.

Hatiro Shimomoto dá prosseguimento à cerimônia

Hatiro Shimomoto, relata as particularidades do acordo ocorridas na época e as consequências bilaterais benéficas, posteriores, principalmente na área da agricultura.

Eduardo Colasuono, em nome do governador Laudo Natel e do prefeito Miguel Colasuono, agradece pelas homenagens

Assinando a cessão dos documentos ao Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil: 1. Laudo Natel; 2. Eduardo Colasuono; 3. Takashi Shimokawa; 4. Hatiro Shimomoto

Pose à posteridade

Mostrando os documentos relativos ao acordo

Laudo Natel e Takashi Shimokawa

Ii-sei Watanabe, Laudo Natel e Takashi Shimokawa

Diretoria da ACA Mie Kenjin do Brasil posa ao lado da Laudo Natel

 

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