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Mais de 70% das universidades no Japão posicionaram contra a isenção de pagamento do ensino

Mais de 70% das universidades do Japão se opõem aos requisitos do governo central de contratar mais diretores e instrutores externos com experiência prática para serem elegíveis ao sistema e tornar o ensino superior gratuito.

Por outro lado, as universidades que concordaram com a política representavam apenas 10%. Enquanto as universidades nacionais se tornaram organizações corporativas a partir do ano acadêmico de 2004, os resultados trazem à tona a disseminação do retrocesso contra a interferência do governo no mundo acadêmico em nome da chamada igualdade de oportunidades na educação.

O plano para tornar o ensino superior gratuito foi aprovado pelo Gabinete em dezembro de 2017 como parte do “Novo Pacote de Políticas Econômicas”, e veria o governo assumir as taxas de matrícula na universidade e escolas de crianças de baixa renda. A lei está prevista para entrar em vigor a partir do ano acadêmico de 2020.

A fim de atender às necessidades da indústria, o governo identificou universidades e outras instituições que “têm equilíbrio entre atividades acadêmicas e educação prática” como metas para o programa, exigindo que as instituições preencham certas cotas para “conselheiros externos” e “aulas ministradas por professores com experiência prática”…

 

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Fonte: ipc.digital

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