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Manaus – Hot dog x Temaki: disputa gastronômica entre Estados Unidos e Japão

De um lado, uma cozinha prática e informal, com ingredientes apetitosos e pratos fáceis de preparar. De outro, uma culinária milenar e tradicional, que preza pela qualidade dos alimentos e pela apresentação. Esse confronto acontece na próxima edição do Rota dos Chefs, que vai promover o “Desafio do Rota: EUA x Japão”, colocando frente a frente dois países que são potências não só na geopolítica mundial, como também na boa mesa.

Antecipando a disputa gastronômica do Rota dos Chefs – que terá sua nova edição dos dias 29 a 31 deste mês, de sexta a domingo, no Millennium Shopping –, o VIDA&ESTILO convidou dois participantes da feira para representar as culinárias de EUA e Japão.

Quem defende o “time” norte-americano é Fernando Vieira, do Boralá Food Truck, que ensina a preparar uma deliciosa receita de hot dog. A “equipe” japonesa tem à frente Xande Loureiro, do Fast Temaki, que apresenta a receita de um temaki de salmão.

Símbolo nacional
Um dos pratos mais reconhecidamente norte-americanos, o hot dog marca presença no dia a dia de quem vive nos Estados Unidos. “Em Nova York, em cada esquina tem uns três carrinhos vendendo hot dogs”, comenta Vieira, lembrando que o item é o mais pedido em estádios e grandes eventos.

“Depois do hambúrguer, é um dos pratos mais consumidos nos Estados Unidos”.

A receita básica do hot dog leva pão, salsicha defumada e mostarda. O molho à base de repolho é um dos acréscimos comuns ao sanduíche. “O hot dog típico dos Estados Unidos é o chilli dog, com o molho tradicional mexicano”, informa Vieira.

Aqui, o chef do Boralá compartilha uma receita de hot dog incrementada, com molho Blue Cheese e cebola caramelizada. Para o público do Rota dos Chefs, ele vai oferecer outras três iguarias ianques tradicionais: Chilli Dog, Corn Dog (salsicha empanada em massa de milho americana) e um American Breakfast, com panqueca, ovos mexidos e bacon.

Fast-food japa
Variante do sushi, o temaki é considerado fast-food nas terras nipônicas. “Para o japonês, tudo que vem com alga por fora pode ser comido com a mão. E o temaki é sempre feito para comer na hora, não para ficar no prato”, comenta Loureiro.

Por aqui, o prato ganhou toques ocidentais, como o cream cheese dos sushis/temakis Philadelphia. Já as versões empanadas são bem brasileiras. “Não é comum nem no Japão nem nos Estados Unidos”, explica Loureiro.

O temaki também foi ícone da recente invasão culinária nipônica no Brasil, com o surgimento de inúmeras temakerias pelo País. “Achava-se que era uma moda, mas acabou que a comida japonesa caiu no gosto do brasileiro”, celebra o chef do Fast Temaki…

 

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Fonte: acritica.com

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