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Ministério da Justiça decide reforçar regras para as escolas de língua japonesa a fim de conter trabalhadores ilegais

O Ministério da Justiça decidiu apertar as regras sobre  escolas de língua japonesa a partir de outubro, numa tentativa de evitar que essas instalações ofereçam uma cobertura para o trabalho ilegal no Japão, segundo autoridades do ministério.

As escolas serão instruídas a abrir aulas durante todo o ano para manter uma alta qualidade de educação e impedi-las de oferecer currículos que permitam aos alunos trabalhar quando não houver aulas.

De acordo com a Japan Student Service Organization, o número de estudantes estrangeiros no Japão cresceu mais de 100.000 em um período de cinco anos, terminando em maio do ano passado, para cerca de 267.000. Do total, 78.000 alunos, ou três vezes o número de 2012, frequentaram 710 escolas de língua japonesa. O restante, ou 188 mil, foi para universidades e outros institutos de ensino superior.

Ao contrário das universidades, as escolas de língua japonesa podem ser abertas por corporações ou indivíduos, desde que essas instituições cumpram os padrões do Ministério da Justiça quanto às horas de aula ou ao número de professores. As atuais diretrizes do ministério estipulam que uma escola de japonês deve ter pelo menos 760 aulas por ano, ou 20 aulas por semana, enquanto cada aula deve ter pelo menos 45 minutos…

 

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Fonte: ipc.digital

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